Ela chupava o picolé...
De tal forma – Carente, ao passo de lenta boca...
Fazia-se irrefletida ao pé...Do picolé.
A língua impulsiva e afobada...
Da base, ascendia gulosa ao pico avermelhado com fulgor.
Semi-entrado instigante começo...
Que não mais pela metade, já preenchia ao fundo meloso...
Como que acrescido macro volumoso.
Findar no céu da boca o desejo derretido...
Esfazia-se na mente o fictício boqueado sobre a glande.
Mostrando postagens com marcador Erótico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Erótico. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
domingo, 17 de maio de 2009
Ônus
Dos seios daquela noite, lembro-me apenas de uma coisa inteira, que agora me vem como num sonho: ela me dando as costas e metendo-se coleante e sinuosa entre meus braços, de modo a poder dobrar a cabeça para trás e me oferecer uma boca rasgada e sensual. Fez isso por várias vezes e numa dessas me deixou louco de tesão. Ao manter - ainda - a nuca estacionada em meu ombro direito; por trás eu a envolvia massageando seus frutos: seios que foram belamente esculpidos pelo tempo.
Ela tinha uma das pernas – exatamente a esquerda – apoiada sobre a cama, dando uma leve dobrada...Digamos que em noventa graus, e isso facilitava muito o meu prazer. Devagar e com certo zelo, aquela mulher inclinava o bumbum, fazendo uma leve pressão no moleque, de modo a dar um certo valor ao meu trabalho. Eu sentia a firmeza de suas ancas que comprimiam suavemente minha rigidez. Enquanto ela permanecia ali meio aberta e ainda de pé paralelamente em mim, eu entrava pelo intróito estreito e na passagem apertada era acariciado pelo clitóris até as ondulações mais profundas. Cheguei a tocar algumas vezes o meato uretral, mas escorregava e danado liso batia no prepúcio.Num frêmito, uma de minhas mãos descia cuidadosa até Vênus, na mesma frequência em que tentava outra entrada hasteado. Ela estava colada ao meu corpo e com os olhos semi-fechados – era muito torpor, e eu só ouvia um gemido bem feminino; baixinho: - Ai! Não foi de primeira que consegui ascender na escuridão. Saia dos lábios sob compressão, friccionando a ráfia mediana - que era a linha divisória entre a vulva e o anus - até que por fim atingia o escuro caminho do submundo, lançando minha claridade. Quando me despedia com ardor e trêmulo, podia ver que pingava... Aquele orifício deixava vazar o meu prazer.Era como uma fonte de água pura, despejando suas lágrimas no mais belo manancial.
Ela tinha uma das pernas – exatamente a esquerda – apoiada sobre a cama, dando uma leve dobrada...Digamos que em noventa graus, e isso facilitava muito o meu prazer. Devagar e com certo zelo, aquela mulher inclinava o bumbum, fazendo uma leve pressão no moleque, de modo a dar um certo valor ao meu trabalho. Eu sentia a firmeza de suas ancas que comprimiam suavemente minha rigidez. Enquanto ela permanecia ali meio aberta e ainda de pé paralelamente em mim, eu entrava pelo intróito estreito e na passagem apertada era acariciado pelo clitóris até as ondulações mais profundas. Cheguei a tocar algumas vezes o meato uretral, mas escorregava e danado liso batia no prepúcio.Num frêmito, uma de minhas mãos descia cuidadosa até Vênus, na mesma frequência em que tentava outra entrada hasteado. Ela estava colada ao meu corpo e com os olhos semi-fechados – era muito torpor, e eu só ouvia um gemido bem feminino; baixinho: - Ai! Não foi de primeira que consegui ascender na escuridão. Saia dos lábios sob compressão, friccionando a ráfia mediana - que era a linha divisória entre a vulva e o anus - até que por fim atingia o escuro caminho do submundo, lançando minha claridade. Quando me despedia com ardor e trêmulo, podia ver que pingava... Aquele orifício deixava vazar o meu prazer.Era como uma fonte de água pura, despejando suas lágrimas no mais belo manancial.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Uma fantasia ousada
Oito horas da noite numa quarta feira calorosa, isso no ano de dois mil e dois. Eu e uma certa Ex-namorada estávamos sentados num banquinho sem vergonha, que não era nada confortável.Dava apenas pra três pessoas. Ele ficava debaixo da árvore em frente ao nosso portão. E essa árvore fazia uma certa sombra, que era um tanto sugestiva para o momento.
A rua onde morávamos era sem saída, só havia um lado para entrar nela e no fim dessa ruela, ficava a nossa calçada.
E lá sentados ficamos por alguns minutos...
Quando ela pra quebrar o silêncio, disse:
– Amor, quero chupar!
Eu:
– Quê! Nossa hein, você está me saindo uma verdadeira safadinha. – Dizia isso com certa maldade.
Ainda bem que era tudo escuro ali, víamos todo mundo que passava, mas ninguém nos via. Então eu permitia a vontade dela.
– Vai, cai de boca!
Ela caía cheia de vontade, sugando tão forte que eu passava mal de tanto prazer, chegando até apertar as pernas de tesão. E com o passar do tempo, ela foi se tornando uma profissional nisso. Parecia uma vagabunda experiente, ia até o fim, colocando de maneira silenciosa a criança todinha na garganta. E depois fazia um pompoar dos deuses, que tradicionalmente era feito com a vulva, mas que nesse momento ela se arriscava com os lábios – um trabalho voraz de sugar, apertar e expulsar.
Logo depois ao levantar a cabeça e limpar a boca que estava estupidamente banhada a mel, de um jeito como se tivesse meditado longamente para me dizer o que pretendia, deitou a cabeça em meu ombro e soprou-me numa orelha:
– Olha, se quiser podemos fazer daquele jeito.
– Que jeito seria esse? – Surpreso eu perguntava.
– Vou te mostra qual é. – Ela completava.
Notei que a modulação de sua voz tinha alterado naquele momento, seus olhos cintilavam no sincronismo de um sorriso cheio de malícia, que despertava em mim a fera adormecida.
– Anda, vem comigo! – Ela.
– Sim, vamos! Eu respondia.
Nem imaginava que era a casa do vizinho onde ela gostaria de fazer gostoso comigo. Isso muito me agradou, mas não pude deixar de lembrar o fato desfavorável de que a porta e as janelas se encontravam acesas, meio que espreitando o que se passava em sua volta. Mas se tratava da casa debaixo, não a casa de cima, que era a do proprietário dos imóveis daquela área. Essa casa debaixo estava vazia e literalmente no escuro.
Receava um pouco aquela maluquice, mas também não podia deixar de dizer que mesmo assim para os meus sentidos, executar uma fantasia na iminência de ser pego, me dava um tesão da porra. Era uma das loucuras amorosas que eu mais gostava – correr o risco.
Invadimos o tal recinto e tomamos como base aquele velho tanque que convivia no frio de um canto escuro: ele presenciou o gemido de uma ousada fantasia.
A rua onde morávamos era sem saída, só havia um lado para entrar nela e no fim dessa ruela, ficava a nossa calçada.
E lá sentados ficamos por alguns minutos...
Quando ela pra quebrar o silêncio, disse:
– Amor, quero chupar!
Eu:
– Quê! Nossa hein, você está me saindo uma verdadeira safadinha. – Dizia isso com certa maldade.
Ainda bem que era tudo escuro ali, víamos todo mundo que passava, mas ninguém nos via. Então eu permitia a vontade dela.
– Vai, cai de boca!
Ela caía cheia de vontade, sugando tão forte que eu passava mal de tanto prazer, chegando até apertar as pernas de tesão. E com o passar do tempo, ela foi se tornando uma profissional nisso. Parecia uma vagabunda experiente, ia até o fim, colocando de maneira silenciosa a criança todinha na garganta. E depois fazia um pompoar dos deuses, que tradicionalmente era feito com a vulva, mas que nesse momento ela se arriscava com os lábios – um trabalho voraz de sugar, apertar e expulsar.
Logo depois ao levantar a cabeça e limpar a boca que estava estupidamente banhada a mel, de um jeito como se tivesse meditado longamente para me dizer o que pretendia, deitou a cabeça em meu ombro e soprou-me numa orelha:
– Olha, se quiser podemos fazer daquele jeito.
– Que jeito seria esse? – Surpreso eu perguntava.
– Vou te mostra qual é. – Ela completava.
Notei que a modulação de sua voz tinha alterado naquele momento, seus olhos cintilavam no sincronismo de um sorriso cheio de malícia, que despertava em mim a fera adormecida.
– Anda, vem comigo! – Ela.
– Sim, vamos! Eu respondia.
Nem imaginava que era a casa do vizinho onde ela gostaria de fazer gostoso comigo. Isso muito me agradou, mas não pude deixar de lembrar o fato desfavorável de que a porta e as janelas se encontravam acesas, meio que espreitando o que se passava em sua volta. Mas se tratava da casa debaixo, não a casa de cima, que era a do proprietário dos imóveis daquela área. Essa casa debaixo estava vazia e literalmente no escuro.
Receava um pouco aquela maluquice, mas também não podia deixar de dizer que mesmo assim para os meus sentidos, executar uma fantasia na iminência de ser pego, me dava um tesão da porra. Era uma das loucuras amorosas que eu mais gostava – correr o risco.
Invadimos o tal recinto e tomamos como base aquele velho tanque que convivia no frio de um canto escuro: ele presenciou o gemido de uma ousada fantasia.
Assinar:
Postagens (Atom)