“Há tempos não pertenço a esta existência – saí à francesa: um finado prematuro – sou”.
Três mil metros de altura: um penhasco...
É o que separa um corpo da eternidade presente aos olhos.
De braços abertos num olhar úmido – pensamentos soltos; dispersos...
E um coração cansado de sofrer na escuridão de um peito amargo.
Lentamente fecham-se as janelas d’alma, ao passo da queda...
Externando uma lágrima – perdida ela fica – no vazio do espaço.
Antemão desfalecido o corpo, ele cai...
E a descida se torna longa e carregada de pensamentos que viajarão existências.
Uma saudade do que parecia ser amor, mas que não foi...
Dentro de tudo que houve; do que não foi nada...
Além dos nadas que não havia.
Nada, de fato houve: fora apenas uma reles história conotativa...
Da ilusão sensorial imitando a vida.
Eis abortado ao chão...
E até lá...
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Até a eternidade
Amar
“Já vi a face reluzente do amor. Provei o mel da fonte que concebe o mais puro néctar das flores, mas tive o fel como o efeito de um pólen desprovido de olor. O amor é uma flor belíssima feito tulipas e orquídeas do campo, que são dotadas de um encantamento fascinante como a Vênus - que se mostra em beleza incomparável, perante seus reles mortais admiradores”.
Amar não é um definho quando se perde alguém, mas o respeito no entendimento de que ela (e) se foi porque nunca fora sua (seu).
Incondicional é o mesmo sentimento, quando não mais em alguns abraços - dar asas ao bem querer, para voar em qualquer lugar que deseja estar.
Tão essencial é o amor, um estado de espírito puro, leve e solidário: “Te quero bem assim – para sempre, seja onde for, mesmo que em outros lábios estejas”. Em sua plena essência nos tornamos muitas vezes amantes surreais. Sentir essa sensação de amor-eterno e ter o sentidos aguçados – está pra todos, assim como a vida. Porém somente os mais puros e evoluídos corações conseguem provar dessa maravilhosa sensação concebida por Deus – nosso senhor. Amar é o sentido da vida...
Ponha amor em tudo que faz, e receba amor de tudo que fez. Sem amor não somos nada!
Amar não é um definho quando se perde alguém, mas o respeito no entendimento de que ela (e) se foi porque nunca fora sua (seu).
Incondicional é o mesmo sentimento, quando não mais em alguns abraços - dar asas ao bem querer, para voar em qualquer lugar que deseja estar.
Tão essencial é o amor, um estado de espírito puro, leve e solidário: “Te quero bem assim – para sempre, seja onde for, mesmo que em outros lábios estejas”. Em sua plena essência nos tornamos muitas vezes amantes surreais. Sentir essa sensação de amor-eterno e ter o sentidos aguçados – está pra todos, assim como a vida. Porém somente os mais puros e evoluídos corações conseguem provar dessa maravilhosa sensação concebida por Deus – nosso senhor. Amar é o sentido da vida...
Ponha amor em tudo que faz, e receba amor de tudo que fez. Sem amor não somos nada!
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